Transduzir (neologismo criado por Gilbert Simindon em consonância com a sua filiação ao paradigma energético, derivado de «transdutor» ou «transformador»)
Transformar ( como, por exemplo, escreve Artaud em Heliogabale ou l’Anarchiste Couronné “Apesar de tudo Heliogabale, o rei pederasta e que se quer mulher, é um sacerdote do Masculino. Ele realiza em si próprio a identidade dos contrários, mas ele não a realiza sem dor e a sua pederastria religiosa não tem outra origem senão uma luta obstinada e abstracta entre o Masculino e o Feminino” p. 67 )
Transgredir (como Leonora Carrington testemunha em Down Bellow:   “One day I went to the mountain alone, At first I could not climb; I lay flat on my face on the slope with the sensation that I was being completely absorbed by the earth. When I took the first steps up the slope I had the physical sensation of walking with tremendous efforts in some matter as thick as mud. Gradually however, perceptibly and visibly, it all become easier, and in a few days I was able to negotiate jumps. I could climb vertical walls as easily as any goat. I very seldom got hurt, and I realized the possibility of a very subtle understanding which I had not perceived before.” E esta transformação do seu corpo vai ao ponto de ter um entendimento com o mundo animal que consegue, diz ela, através da pele numa espécie de linguagem de toque.)
Transgénero
Transitar
Trans-indivudual
Transistencialidade (tradução minha para o que Guattiari chamava de transistancialités: Une schizoanalyse transformationnelle, celle des agencements transistant. Son objet, cette fois, ce seront les lignes de fuite, les idéalités machiniques, les actes de passage, les diagrammes, la physique des transformations des incorporels, des matières à option non-énergétiques, non-informationnelles, non-systémiques.”
Transsexual